Isto me disse um amigo hoje, quando desabafava com ele sobre o quanto várias pessoas e coisas me têm desiludido.
E é verdade.
Deus protegeu-me de pessoas e situações que poderiam ser muito más para mim, e eu ainda me queixo?
Aquilo que eu pensei: esta pessoa enganou-me, não gostava de mim, desapareceu.
Vejo agora as coisas de outra forma, com o auxílio do meu amigo. Deus rodeou-me de protecção e disse-lhes: Afastem-se da minha menina!
Obrigada, Pai. E perdoa-me por ser tão tonta.
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sexta-feira, janeiro 17, 2014
sexta-feira, janeiro 10, 2014
Sobrevem um desânimo
...quando constato que, mais do que adulta, ainda acreditava em contos de fadas. Eu ia sendo a gata borralheira que se preparava para ser Cinderela numa festa sem fim, e depois havia de ficar perdida no bosque negro quando descobrisse que não era à festa que queriam conduzir-me. Eu preocupei-me muito com a saúde de alguém que não estava doente, eu amei alguém inventado, eu fui tão tão tão ingénua! As teias da net prestam-se a isso, quando um vigarista encontra uma alma de criança e alguma falta de auto-estima à mistura. Felizmente existem os amigos. E os amigos dos amigos que nos alertam. Os amigos que nos trazem pela mão de volta ao caminho plano onde há luz sem ser de fingir.
Mas sim, fiquei desanimada. Não tive como não ficar. Só um bocadinho.
Mas sim, fiquei desanimada. Não tive como não ficar. Só um bocadinho.
terça-feira, janeiro 07, 2014
Dos trambolhões
Têm sido mais do que muitos. Ainda estou de pé, ou então estou ainda mais de pé por causa deles. Aprender que a crueldade e a mentira existem e tomam as formas que menos se imaginam era ensinamento que há muito a vida podia ter-me dado. Ela tentou, mas nunca o aceitei. Agora, aos quarenta e sete anos, cheia de arranhões e crostas a sarar no corpo e nos sentimentos, agora acho que já sei. Obrigada, vida! E porque apesar de tudo me deixas continuar menina.
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