Porque será que sonho tantas vezes que não acabei o curso, que não tenho bilhete de identidade porque nunca fui tirá-lo, que me aparecem multas impagáveis para pagar por coisas absurdamente fáceis que deixei de fazer por desleixo, preguiça, vocação para adiar?
Talvez a minha consciência a gritar comigo quando, por estar a dormir, não posso gritar com ela...
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segunda-feira, outubro 10, 2011
quarta-feira, junho 22, 2011
domingo, outubro 31, 2010
Sonhos
Apesar da chuva e de ter que ir trabalhar no que seria a minha folga - hei-de ter outra em substituição - acordei contente.
Sonhei muito e só coisas parvas, comme d'habitude: Fiz um chá de framboesas para uma convidada cá em casa num prato com água fria. E depois aprendi que com água fria não se faz chá. Vi terminar um namoro por causa de um singelo prato de arroz de queijo (isso mesmo, arroz de queijo) disputado entre os dois. Fui jantar a uma papelaria... coisas assim, triviais e estranhas, como talvez a minha vida.
Gostava de me lembrar sempre dos meus sonhos porque têm pormenores hilariantes, mas são tão intrincados que me dá uma trabalheira registá-los, e se não os registo esqueço-os rapidamente. Contudo há algumas coisas recorrentes, que à força de tanto se repetirem acabo por não esquecer: que ando nua ou descalça na rua ou no meu trabalho e não me apercebo; que me surgem portas estreitas, janelas apertadas, caminhos esconsos onde não consigo passar; que por desleixo não terminei o curso, ou não tenho documentos importantes e passou o prazo para os levantar...
(enfim, este post, pela falta de interesse que possa ter para os outros, é mais um registo para mim própria...)
Sonhei muito e só coisas parvas, comme d'habitude: Fiz um chá de framboesas para uma convidada cá em casa num prato com água fria. E depois aprendi que com água fria não se faz chá. Vi terminar um namoro por causa de um singelo prato de arroz de queijo (isso mesmo, arroz de queijo) disputado entre os dois. Fui jantar a uma papelaria... coisas assim, triviais e estranhas, como talvez a minha vida.
Gostava de me lembrar sempre dos meus sonhos porque têm pormenores hilariantes, mas são tão intrincados que me dá uma trabalheira registá-los, e se não os registo esqueço-os rapidamente. Contudo há algumas coisas recorrentes, que à força de tanto se repetirem acabo por não esquecer: que ando nua ou descalça na rua ou no meu trabalho e não me apercebo; que me surgem portas estreitas, janelas apertadas, caminhos esconsos onde não consigo passar; que por desleixo não terminei o curso, ou não tenho documentos importantes e passou o prazo para os levantar...
(enfim, este post, pela falta de interesse que possa ter para os outros, é mais um registo para mim própria...)
quinta-feira, outubro 07, 2010
Repito,
porque hoje preciso muito: Mesmo presa, posso voar. Peço a Deus que me dê uma estrela que me indique o caminho da minha felicidade.
quarta-feira, junho 09, 2010
Anti-Lopes
Horas antes tínhamos estado a falar neles, os Anti-lopes, vulgo antílopes. Perguntei o que tinham eles contra nós, que Lopes sou. A conversa fluíu para outros temas.
Mas depois, à tardinha, quando me deitei ao lado do meu sobrinho pequenino, e tentei conservar um pedacinho de cama para mim, sem incomodar a criança - meu lindo menino! - adormeci e sonhei com eles. Que tinha que me despachar a dormir, senão vinham os Anti-lopes e empurravam-me da cama abaixo. Mau feitio, o dos gajos!
Mas depois, à tardinha, quando me deitei ao lado do meu sobrinho pequenino, e tentei conservar um pedacinho de cama para mim, sem incomodar a criança - meu lindo menino! - adormeci e sonhei com eles. Que tinha que me despachar a dormir, senão vinham os Anti-lopes e empurravam-me da cama abaixo. Mau feitio, o dos gajos!
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