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sábado, maio 11, 2013

Olhar


E para encher o vazio interior que de vez em quando insiste em ficar, nada como  fixar os olhos em pequenos nadas. Ontem, ainda que sem verdadeiramente me apetecer, aceitei o convite de duas colegas para ir almoçar à pizzaria.  As pizzas são óptimas, as colegas também, mas foi cá fora, nuns minutinhos para mim ("Para mim pede uma imperial, Cátia, por favor.") que me reencontrei. Com a máquina fotográfica, o cheiro da terra, a cor. E os cavalos.

segunda-feira, setembro 26, 2011

Quem me visse metade de fora da janela da janela do primeiro andar, de máquina em punho para fotografar esta teia de aranha, diria que sou louca. Não se enganaria muito. A fotografia não ficou nada de jeito, pelo que se prova que o esforço nem sempre é recompensado. Mas para a fotografar noutro ângulo já teria que me arriscar a estatelar-me lá em baixo - eu, a máquina e a teia de aranha.

sábado, maio 22, 2010



Há cores e nuances, momentos e beleza que a máquina fotográfica não consegue registar. Ou eu não consigo, ok. Gosto da fotografia, mas lembro-me do momento em que esta paisagem me apareceu à frente, num belo domingo a passear de carro. Indescritível, e a foto não lhe faz jus. A natureza comove-me.

quarta-feira, abril 21, 2010

Coimbra



Aprender coisas, ler, tirar fotografias, fazer experiências. E depois, ir ao psiquiatra para conversar e ajustar a medicação. Ele é uma doçura, muito técnico por um lado, muito humano, por outro lado. Aprendi um nome para aqueles suspiros que às vezes irrompem lás das profundezas do meu sentir: dó(s) de peito.
(e este dó de peito é musical - informa-me o google... fico assim um tudo nada confusa :)...)

E quando és tu a errar (muito)?

Tenho passado um longo período a descrer dos outros, a proteger-me de quem me faz mal, ou me quer mal, e ontem descobri que tenho sido muito...