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quinta-feira, setembro 16, 2010

Esta gaja!


Hoje acordei com ela às sete da manhã a praticar patinagem, salto em altura e em comprimento, pela casa toda e nas minhas costas.
Agora dormita assim, com este ar de anjinho animal!

(Ah, o gato vadio é agora alimentado pela vizinhança toda, e anda feliz da vida. À Julie também já lhe passou a neura. Já disse que estou quase de férias?)

segunda-feira, setembro 06, 2010

A minha gata Vagamunda



Que alguém abandonou, porque é muito mansa e meiga, não me parece uma gata de rua. Agora é-o, efectivamente. Não consigo compreender com que estômago se abandona um animal à sua sorte. Chamo-lhe Vagamunda mesmo, porque vaga pelo mundo. Querida gatinha, se eu não tivesse duas congéneres tuas um tanto ranhosas e zangadas, dava-te casa. Assim, dou-te apenas o conforto possível. Comida, água e mimo.

Adenda: parece que tenho que deixar de a alimentar, porque a gajinha não me larga a porta, e a Julie foge-me, esgadanha-se e sopra a tudo quanto mexe. Vai por aqui um pé de vento que não se pode. Acho que vou recomendar a Vagamunda a um abrigo para animais, esperando que seja bem tratada.
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Afinal a gata vadia é um gato vadio, e eu não tenho coragem de o deixar passar fome. Isso vale-me a inimizade da minha gata mais velha. Seja. Vou tentar afastá-lo da minha casa, e continuar a fornecer-lhe as suas refeições.

E quando és tu a errar (muito)?

Tenho passado um longo período a descrer dos outros, a proteger-me de quem me faz mal, ou me quer mal, e ontem descobri que tenho sido muito...