domingo, novembro 12, 2006

Acção de graças

Por sugestão de uma amiga, li uns livros sobre pensamento positivo, relaxamento, meditação, coisas dessas...

Eu até gostei, só que para mim não faz sentido dar graças ao Universo, ou estar em sintonia com o Cosmos.

Deus, o meu Deus de menina, O que desde menina me acompanha... é Deus.
A Ele agradeço. É no Seu coração que quero estar. Ou trazê-Lo no meu coração.
Qualquer coisa. A mesma coisa.

Não há cá Cosmos ou Universo...

(Haver Universo, há, eu sei... :) Mas o Universo é impessoal. E eu não sei explicar isto melhor... ficamos assim.)

quinta-feira, novembro 09, 2006

Uma história recém-nascida

no outro blog.

E eu gosto dela. Ide e lêde. :))

Pois é!



O meu computador meteu água. Está velhinho e cansado, e como todos os velhinhos, exige paciência. Desobedece-me, fecha-me as janelas de conversação no messenger, apaga-me as letras em comentários nos outros blogs... o que resulta em que não posso comentar quase nada... desliga-se, dá-lhe a solipampa, enfim. Aguento-lhe as birras só mais uns dias, que já consegui um substituto novinho em folha!!!

Estou feliz como uma criança com um brinquedo novo!

Eu sou uma criança e vou ter (dentro de dias) um brinquedo novo.

Dadas (oferecidas, mesmo!, completamente grátis, de borla!) as manias novas do meu computador velho, não consegui comentar o lindíssimo conto que escreveu aos 19 anos a minha amiga Maria ... Deixo aqui comentadíssimo que achei o conto lindo, lindo mesmo! E um pouco triste, ou será excessiva sensibilidade minha. Anda à flor da pele, a estúpida sensibilidade.

Serve este post também para pedir desculpa a quantos têm tentado falar comigo no messenger e me têm visto não responder. Agora resolvi desligar o messenger, porque ele não funciona mesmo, e eneeeeerva-me!! Só por uns dias, já disse.

Beijinhos, abraços e palhaços, para amainar as noites e acalmar cansaços.

Ah! A imagem em cima foi extraída daqui.

terça-feira, novembro 07, 2006

Outra conversa parva

Estávamos a conversar, eu e uma colega de trabalho, acerca das reformas, e da hipótese de não as haver quando nós formos pensionistas. Ou, neste caso, despensionistas. Passei-me da imaginação:
- Ah! Eu vou fazer uma greve de fome para a frente da assembleia da república, afirmo que não como porque não tenho o que comer, porque a Segurança Social faliu. O presidente da república há-de ir todos os dias levar-me um pratinho de sopa, e eu não serei mais grevista, mas A Mendiga do Estado. Vou aparecer nas televisões todas, e depois tu hás-de dizer aos teus netos, de peito inchado, "Eu trabalhei com a Mendiga do Estado!"


(E é assim que eu penso ser famosa um dia!)

domingo, novembro 05, 2006

Conversa dir-se-ia que impossível

F - Tu não acreditas na reencarnação, não é?
M - Eu não. Andar sempre a nascer e a morrer cansa muito...
F - Mas, por exemplo, que é que farias se descobrisses que noutra vida tinhas sido Hitler?
M - Credo, matava-me. Não, melhor não, como Hitler, afinal, já tinha morrido...
Z para F - E tu, o que farias? Guardavas segredo, não era?

O mundo virtual,

por ser tão real como o real, traz-me também discórdias e desilusões. Assim como alegrias e amizades. Sendo que as desilusões são inevitáveis, a net tem a enorme vantagem de podermos nunca mais (!?) ver quem não desejarmos ver.

E quando és tu a errar (muito)?

Tenho passado um longo período a descrer dos outros, a proteger-me de quem me faz mal, ou me quer mal, e ontem descobri que tenho sido muito...