depois de dois dias nos paternais paços sublimados, agarro-me à net e ao messenger. Falo muito de coisas passadas e tristes e fico passada de triste.
E falo também de coisas que pouco me afectam e nem me desinfectam, como a missa tridentina.
Faço-me de novas, e pergunto: A missa tridentina será a missa dita por padres tão velhos que já só tenham três dentes? (tri-dentina)
Ou será a que, por ser rezada em latim, permite que o padre vá mascando a sua pastilha elástica Trident?
Ai, estas Bentanias!!!
segunda-feira, abril 09, 2007
Muito tia, sei lá!
Eu sou muito tia. E daqui a uns meses ainda vou ser mais tia, se Deus quiser! Que bom!
sexta-feira, abril 06, 2007
Uma Páscoa feliz
para todos!...
(A Páscoa é uma passagem por um caminho de luz que nos foi
oferecido, um renovar de esperança... não são ovos nem coelhos. Por isso tive dificuldade ao procurar no google uma imagem para este post. Optei por esta foto, da minha autoria, e que já pela segunda vez vem parar ao blogue... Eu sei que nem todos somos cristãos, e com certeza esta festa fará mais sentido para quem crê que Cristo ressuscitou. Mas alguém me explica por que razão abonecamos as nossas festas cristãs?)
quarta-feira, abril 04, 2007
Fui passear na praia
As colegas de trabalho ou As coisas tontas que dizemos
- Vamos jantar as três?
- Vamos. Fechamos as portas da loja e escrevemos um aviso: "Fomos jantar. Voltamos amanhã. Muito obrigado pela vossa colaboração."
- Não, compreensão! As pessoas têm que perceber o que estamos a dizer.
- "Muito obrigada pela vossa interpretação."
- Vamos. Fechamos as portas da loja e escrevemos um aviso: "Fomos jantar. Voltamos amanhã. Muito obrigado pela vossa colaboração."
- Não, compreensão! As pessoas têm que perceber o que estamos a dizer.
- "Muito obrigada pela vossa interpretação."
segunda-feira, abril 02, 2007
Coisas...
No meu último aniversário, uma colega de trabalho ofereceu-me um livro: Um Coro de Sabedoria, uma antologia de textos, cada um mais optimista do que outro... Pois eu leio, mas confesso que não me entusiasmo.
Basicamente, dizem aqueles autores que o que a gente quer, a gente tem. Alguns até me aconselham a fazer uma lista do que eu quero. Mas eu não acredito no Pai Natal.
E contudo, hoje que andei por aí a pensar nisso, vou fazer uma listazinha. No ano de 2057, a 8 de Março, que é quando eu faço 91 anos, hei-de pedir lá no lar de terceira idade que me imprimam esta lista, e tirem uma fotocópia ampliada, e me tragam uma lupa. Aí saberei se fui uma mulher de sucesso.
Vamos à lista:
- Quero viver no campo sem que isso me aprisione. Pode parecer impossível, mas sinto-me mais livre na cidade. Gosto, no entanto, dos cheiros das coisas do campo, da fruta nas árvores, dos pinheiros a crescer... Quero viver no campo com o anonimato e a liberdade que a cidade me dá.
- Quero ter um Smart novinho só para mim.
- Quero uma empregada doméstica (ou três, pronto!), não ter nenhuma dessas inglórias tarefas de limpar o pó, lavar a louça, fazer as camas... martírios domésticos!...
- Quero escrever coisas bonitas, crescer em talento, publicar coisas bonitas.
- Quero viver um grande amor feliz. FELIZ. (Os assim-assim, dispenso. Os infelizes, muito mais.)
- Quero ter a alegria de ver o meu ordenado chegar ao fim do mês com as contas todas pagas.
- Viajar para países diferentes.
- Abolir a solidão. A minha e a dos outros. Estar com os amigos sempre que precisar e eles precisem.
Não me ocorre assim mais nada... Mas cá me parece que isto já não é pouco.
domingo, abril 01, 2007
Domingo de ramos
Estou aqui a lembrar-me de quando, há muitos anos, levava à missa o meu raminho de alecrim, que para mim simbolizava a alegria, o apego à terra e à vida. Gosto muito de alecrim, ainda hoje. O alecrim cheira a festa e a simplicidade. E fui visitá-lo hoje à enciclopédia...
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