domingo, setembro 12, 2010

Olá Portugal, olá mundo!

Uma coisa  que me deixa realmente curiosa, inutilmente curiosa, aliás, é esta: quem são vocês, os que aparecem nas estatísticas do blogger e nunca dizem um "olá".
Vá lá, espreitem naquela porta que diz comentários e apresentem-se. Sim? :)
Gosto de vos ter cá, a todos os que estiverem por bem.

segunda-feira, setembro 06, 2010

A minha gata Vagamunda



Que alguém abandonou, porque é muito mansa e meiga, não me parece uma gata de rua. Agora é-o, efectivamente. Não consigo compreender com que estômago se abandona um animal à sua sorte. Chamo-lhe Vagamunda mesmo, porque vaga pelo mundo. Querida gatinha, se eu não tivesse duas congéneres tuas um tanto ranhosas e zangadas, dava-te casa. Assim, dou-te apenas o conforto possível. Comida, água e mimo.

Adenda: parece que tenho que deixar de a alimentar, porque a gajinha não me larga a porta, e a Julie foge-me, esgadanha-se e sopra a tudo quanto mexe. Vai por aqui um pé de vento que não se pode. Acho que vou recomendar a Vagamunda a um abrigo para animais, esperando que seja bem tratada.
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Afinal a gata vadia é um gato vadio, e eu não tenho coragem de o deixar passar fome. Isso vale-me a inimizade da minha gata mais velha. Seja. Vou tentar afastá-lo da minha casa, e continuar a fornecer-lhe as suas refeições.

Ciúmes























Há aí na rua uma gata abandonada que todas as noites me vem pedir comida. E eu dou. Mas a gata Julie, a que se vê na foto, a minha primeira gata, e muito amada, não percebe nada de solidariedade e nem quer perceber. Sei lá porquê sente-se ameaçada, e fica de trombas comigo. Lido mal com isso, D. Julie.

quinta-feira, setembro 02, 2010

Nas teias de nós, nos nós das nossas teias.

Li agora um post de uma blogger sobre os seus defeitos, que são os defeitos de muitos de nós, e nem sei se defeitos serão. São as arestas da nossa natureza humana.
E fiquei aqui a pensar com os meus botões, eu que neste momento nem botões tenho, que defeitos todos temos mas qualidades também, e que talvez pareça humildade encararmos os nossos defeitos e presunção demasiada sabermos das nossas qualidades. Não acho justa esta coisa de insistirmos em nos vermos sob um ponto de vista negativo, porque não nos ajuda e não ajuda ninguém. Então decidi que hoje, no resto de hoje que me resta, vou apenas pensar nas minhas qualidades.
Façam o mesmo, vá lá. É mais fixe!

quarta-feira, setembro 01, 2010

Continuação?...

Intriga-me esta coisa que agora se diz em vez de "boa tarde", "felicidades", ou um outro voto qualquer. Continuação. Ou ainda, boa continuação. Mas de quê, senhores, de quê? Para mim desejar a alguém uma continuação tem tanto sentido como desejar-lhe um início, ou um fim. Continuemos, então.

terça-feira, agosto 24, 2010

Em Coimbra





Num parque lindíssimo que eu ainda não conhecia, na sexta feira passada, vi e ouvi as águas serenas do Mondego, permeadas duma luz lindíssima, e banhei a minha alma de tranquilidade - a tranquilidade que, no dia a dia, tanta falta me faz.
Há momentos perfeitos, e são muito simples e não custam um tostão: fazem-se de coisas que são de todos, nuvens, luz, relva, praias, águas, pinhais, amigos.

quinta-feira, agosto 19, 2010

Agora mesmo,

a pagar a àgua, assisti a uma conversa entre dois cromos, sobre as mal repartidas riquezas: Uns sem nada, que somos nós, muitos com pouco e alguns com muito.
É praticamente imoral dizermos que não temos nada, nós, que temos tecto, roupa que nos vista e comida que nos alimente todos os dias. Porque há quem de facto não tenha nada.

E quando és tu a errar (muito)?

Tenho passado um longo período a descrer dos outros, a proteger-me de quem me faz mal, ou me quer mal, e ontem descobri que tenho sido muito...