quarta-feira, maio 31, 2006

Crianças grandes e pequenas, Tias-avós, ou Os novos velhos


Para comemorar o dia mundial da criança, e porque amanhã não terei disponibilidade, fui visitar a minha criança mais pequena: o meu Tomás sobrinho. Lindo, lindo, no seu andar recente feito astronauta, levantando as perninhas mais que o necessário.

À noite, tomando o café lá perto de casa, alguém me perguntou se eu era a avó...
:(
E eu, que tenho a mania que sou nova e pareço nova, fiquei MUDA. Durante uns segundos, enquanto o meu cérebro digeria aquela pergunta. Depois, disse: "Sou TIA!!! Mas porquê, tenho ar de velha?"

E a senhora: - Não, mas podia ser uma avó nova, homessa!
Também que havia ela de responder, coitada!
lol

segunda-feira, maio 29, 2006

Esta mania

... que toda a gente tem de me pedir dinheiro!!!!
O senhorio, o banco, a edp, a câmara municipal...
MAS JULGAM QUE SOU MÃE DELES?!

sábado, maio 27, 2006

A minha alma está parva

Estava aqui a ouvir (mais do que a ver) o telejornal. Ouço uma notícia que me deixa 5 minutos de boca aberta. Ainda bem que não há moscas aqui por casa...


Os encarregados de educação vão avaliar o desempenho dos professores.

Ohhh!!

E porque é que os professores não avaliam o desempenho dos pais?


(É que só me apetece dizer asneiras!!)

Uma perguntinha

Porque é que me irrita ouvir os discursos do nosso primeiro ministro na TV?

sexta-feira, maio 26, 2006

Voltar


São tão efémeras, as papoilas, e tão lindas!
Exactamente aquilo que são, alegres, pintalgando de vermelho os campos verdes, e alegrando a vista a quem passa. E no dia seguinte, já morreram. Estão outras.

Temo tanto a morte que me custa pronunciar-lhe o nome.
E no entanto, sei que um dia, necessariamente, me deixarei ir. É assim com quase toda a gente, é ou não?
E de repente ouvimos falar de gente muito jovem que morreu...

Eu tinha um irmão que nunca mais vi, que nunca mais ouvi rir, com quem nunca mais partilhei as mil coisas diárias, alegres ou não. Partiu quando tinha apenas 24 anos. Naquela altura, parecia que o mundo terminava. Abanou muito.
Hoje, o meu irmão acompanha-me todos os dias.
E eu devia nem sequer temer a morte.

ADENDA: Leio este texto e penso que talvez devesse apagá-lo, para não ferir de alguma forma quem possa lê-lo de feridas abertas. Mas talvez não. A blogosfera torna próximas pessoas que nunca vimos, e eu, que apenas por leituras cruzadas percebi mais ou menos o que se passa, queria que vocês soubessem que conheço essa dor. Que ela não se apaga nunca, mas vai deixar de ser insuportável.
:(

quinta-feira, maio 25, 2006

Relaxar



Às vezes, muitas vezes, preciso de repensar as minhas atitudes. Preciso de me chamar à razão. Preciso de olhar para mim e deixar que o Amor universal, o Amor de Deus, desça até ao meu coração para que eu possa mudar sem exercer violência sobre mim própria. Porque tenho demasiada tendência para me confundir com o saco de boxe. (O que eu gostava de ter um saco de boxe!!! Vermelhinho, à mão de semear para umas murraças sempre que me apetecesse! E umas luvas de boxe, claro...)
Mas dizia eu que muitas vezes preciso de me repensar, de me acalmar, de entender o porquê de me parecer que o mundo está todo contra mim, quando afinal sou eu que estou contra o mundo.
Gosto de vir passear para este cantinho. Lá perto da minha aldeia. Páro o carro e ouço ladrar o cão da única casa que fica ali perto. E depois, o cão cala-se.
E eu sozinha, estabeleço os meus objectivos, que são sempre a curto prazo, porque eu bem sei que a minha natureza é de dois passos em frente e um para trás. Às vezes dois para trás e um para a frente.
Há dois dias atrás detive-me a pensar que era verão. E que talvez aquele espaço que eu tanto gosto um dia destes arda... Quem dera que não. Quem dera que houvesse volta a dar a este terrorismo que vivemos todos os verões, de ver arder as nossas florestas! :(

O ginásio das minhas gatas

A história de um sofá cama em segunda mão, que agora não é sofá nem é cama. Abri-o uma vez e partiu-se :( e agora não fecha. É o ginásio da Julie e da Nuvem. E se eu vivesse no rés-do-chão já o tinha levado para o lixo.
É original, mas não muito bonito. Vou ver se o levo para a varanda...

Estou triste :(

E quando és tu a errar (muito)?

Tenho passado um longo período a descrer dos outros, a proteger-me de quem me faz mal, ou me quer mal, e ontem descobri que tenho sido muito...