Diz que a cidade onde vivo está a tornar-se cada vez mais violenta. Suponho que se passe o mesmo nas outras cidades...
Uma amiga falava-me hoje do medo de andar à noite nas ruas, na tal cidade cada vez mais vilolenta.
Não é disso que tenho medo.
Tenho medo deste mundo em que cada notícia nos enlouquece um pouco mais.
Tenho medo de viver num mundo em que um gajo qualquer ouve música enquanto mata dezenas de pessoas, uma a uma.
Tenho medo desta espécie de gangrena que nos vai aniquilando.
sexta-feira, julho 29, 2011
quinta-feira, julho 28, 2011
Saber esperar.
Uma grande virtude em que sou especialmente inábil.
Estou inabilmente à espera de tudo. À espera das férias para me espraiar naquele cantinho de paraíso onde se ouvem os pássaros e o vento nas copas das árvores.
À espera de mim no fundo de mim.
À espera de inspiração para arrumar esta semper-caótica casa, ou de dinheiro para pagar uma empregada doméstica.
À espera.
Estou inabilmente à espera de tudo. À espera das férias para me espraiar naquele cantinho de paraíso onde se ouvem os pássaros e o vento nas copas das árvores.
À espera de mim no fundo de mim.
À espera de inspiração para arrumar esta semper-caótica casa, ou de dinheiro para pagar uma empregada doméstica.
À espera.
segunda-feira, julho 18, 2011
quinta-feira, julho 14, 2011
Há algumas pessoas que parecem ter muita dificuldade em perceber que somos nós que escolhemos o caminho da nossa felicidade, e que o caminho pode ser em tudo diferente dos modelos pré-estabelecidos. E que nem sempre se pode ser completamente feliz, mas podemos ser autênticos. Verdadeiros. Simples. E isso já se aproxima de ser feliz.
Às vezes acho que sou feliz. Outras vezes acho apenas que não sou infeliz. Em todos os casos, sou eu que escolho o caminho.
Às vezes acho que sou feliz. Outras vezes acho apenas que não sou infeliz. Em todos os casos, sou eu que escolho o caminho.
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