sábado, setembro 13, 2014

O facebook não basta. Não é possível abrir a alma no facebook. Nem se deve. O blogue é mais intimista, menos apressado, mais pessoal. Ainda assim também não é aqui que posso falar do que vai cá por dentro. Este meu "cá dentro" é um mundo do tamanho cá de fora. Não consigo nem posso dizê-lo. Às vezes tenho a sensação de que me engasgo e me afundo no meio do que sinto. Sou pequena demais para mim, pequena demais para suportar e conciliar o que sou. Em certas alturas, como hoje, como agora, suplico a Deus um abraço de pai, com direito a lágrimas meninas  no tecido da Sua veste, contra o Seu peito. Eis-me à beira dos cinquenta anos, e tão precisada dum pai como um recém-nascido. Shame on me. Ou, como dizia a minha mãe antigamente, vergonha te mate. Vergonha tomate.

quinta-feira, setembro 11, 2014

Gostava de saber de que massa sou feita para a dor dos outros me doer como dói. Quem me pôs cá dentro este coração que se magoa em cada ferida daqueles que amo.

sexta-feira, setembro 05, 2014

Sim, eu sei, falamos de tudo, sem antes procurarmos compreender coisa nenhuma. Sim, eu também.