quarta-feira, janeiro 31, 2007

Sou sonâmbula e escrevo coisas durante o sono

Se o amor vier de mansinho, como eu gostava que viesse, se pousar a mão longa e leve no meu ombro e me disser "aqui estou", provavelmente dir-lhe-ei que é engano, que não sou eu.

.......................................

Há estados que me custa definir. Sem paciência, eu diria. Mas pior: sem paciência nenhuma.

E então, passa da meia noite, e eu como, furiosamente, dois iogurtes de morango, que, encurralados no fundo do frigorífico, não conseguiram escapar das minhas garras ("VOU-VOS COMEEEEER!!!). Não tenho fome. Mas apetece-me o sabor dos iogurtes de morango, porque gosto, porque me entretêm as papilas gustativas, e enquanto saboreio não me aborreço...

Quem quer comprar duzentos gramas de tédio pronto a consumir?

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Tenho que escrever isto,

ainda que dê direito a polémica...

Ainda na sequência do que escrevi há dias...

Para mim homens e mulheres sempre foram merecedores da mesma consideração, do mesmo respeito, sempre foram dignos, ambos criados à imagem e semelhança de Deus, para quem nisso acredita.
Então, em pleno século XXI, em que acredito que as coisas ganham um rumo mais saudável e justo - pelo menos nalgumas partes do mundo - continuam a amargurar-me até às entranhas todos os desrespeitos, quer sejam de agora, quer tenham sido cometidos há décadas ou há séculos.
Revolta-me que uma mulher que tem hoje 90 anos assuma com tranquilidade que por não ter tido filhos foi abandonada. Como se ela não valesse e o casamento não valesse se não fosse por essa "missão" reprodutora... missão das mulheres, pois claro! Revolta-me quase como se fosse comigo, aqui e agora.
Revolta-me aquela badalada passagem bíblica em que Paulo diz que as mulheres estejam caladas nas igrejas, e que se não perceberem alguma coisa perguntem em casa aos seus maridos. Pois claro, maridos inteligentes e superiores!! Tanto se me dá qual seja o contexto e o momento histórico. Para mim, um tal texto não é palavra de Deus, é palavra de Paulo. Porque Jesus nunca desconsiderou as mulheres, as mulheres são tão dignas e inteligentes e capazes como os homens, aos olhos de Deus, estou certa. E Deus não muda de opinião, Deus não precisou de tempo para compreender e amar o ser Mulher, aquelas palavras não podem portanto ser de Deus.
É a minha opinião.
E perdoem-me os meus amigos cristãos, católicos e evangélicos, que sei que vão discordar. Discordem à vontade, que para isso aí têm os comentários.

Onde está a manteiga?

Sabia que tinha um pacote de manteiga recém-aberto. Procurei-o, procurei-o, e depois desisti.
Agora há pouco, a fazer um inventário de provisões, encontro o dito pacote de manteiga no congelador.
O que raio terá levado a manteiga a esconder-se num sítio tão estranho?

domingo, janeiro 28, 2007

Macacos no sótão

Muita gente diz que nós, mulheres, fizemos mau negócio na luta pela igualdade de direitos. Como se tivéssemos feito algum negócio! Eu pelo menos não fiz...
A igualdade de direitos e de deveres entre homens e mulheres deveria ser dado adquirido.
Mas não é. Não é, não é, não é... (disco riscado).
Se fosse dado adquirido que as mulheres e os homens, sendo diferentes, têm os mesmos direitos e os mesmos deveres, talvez a minha vida fosse diferente. Talvez eu a quisesse diferente...

sábado, janeiro 27, 2007

Momento

Quase na hora de sair para ir trabalhar. O sol a entrar pela janela. Jorge Palma a cantar só para mim: "Amo-te mais que à vida, que a vida sem ti morreu". (Tenho pena pelo rapaz, que é bom rapaz, e eu não posso corresponder a um amor assim :)...) Um café acabadinho de fazer, saboroso. As gatas enroscadas nas almofadas.
Porque tenho eu que ir trabalhar?

sexta-feira, janeiro 26, 2007

A vida é bela,

mas mais do que bela é VIVA!!
(Eu sei muito bem que isto é um pleonasmo - será? - ou uma imprecisão linguística, ou manifestação de uma profunda falta, quiçá excesso, de lógica... mas é isto mesmo que eu sinto e com isto me contento, que a minha vida está viva!)

E até no cinzento dos dias se descortina beleza, porque o cinzento é COR.

Até as lágrimas me são preciosas, porque correm e se soltam, e nas lágrimas e no riso estou viva e movo-me!

E entretanto escrevi mais uma pequena história, , onde zumbem as abelhas e crescem as alegres flores silvestres.

ok, desesforcem-se de entender, as abelhas a zumbir e as alegres flores silvestres são assim uma private conversation, recordação antiquíssima, e minha, muito minha, só minha, MIIIINHA!!

quinta-feira, janeiro 25, 2007

À janela

Esta cortina de renda, que lá está ainda na janela, esta, a janela do meu quarto de menina, onde algumas vezes ainda durmo... esta cortina - dizia eu - fê-la a minha mãe, com o carinho silencioso que só ela sabe. O carinho feito de lágrimas e força, o carinho que só se percebe muito tempo depois de ter passado tanto tempo........................................ (parece uma daquelas lenga-lengas meio tontas, não é?)
Desta janela, quando lá estou, vejo a minha aldeia, a que já não pertenço.
Sempre foi daqui que os meus sonhos partiam para longe. Sempre foi por aqui que eu fugia de mim. Algumas vezes, até sentada no peitoril desta janela, embrulhei sonhos em papel de seda, não acreditando que fosse possível realizá-los. Alguns comecei há pouco a desembrulhá-los, por ter percebido que tê-los nus nas minhas mãos era a única forma de lhes dar sol e de os fazer reais.
Hoje, 25 de Janeiro de 2007, descanso e penso, e organizo-me, sentada aqui em frente ao meu computador.
Fui ao dentista, arranquei o malfadado dente e levei dois pontos na gengiva. "Fraca pontuação", disse eu ao dentista, e ele sorriu.
Dois pontos em cruz, disse-me ele, e eu sorri para dentro pensando que tinha ponto cruz na gengiva, e que tinha que ver o bordado, quando chegasse a casa. E também sorri à ideia da lâmpada fluorescente a dar-me fluor aos dentes, eu sentada na cadeira a sorrir para dentro, e para fora de boca escancarada. Estava anestesiada, por isso é que sorria tanto! :) Passado o efeito da anestesia, já em casa, atenuou-se grandemente a boa disposição, mas tomei um anti-inflamatório e fui soprar bolas de sabão para junto das gatas.
Hoje não me apetece mexer uma palha, e desde que não se torne vício, é um direito que me assiste.

Brincadeiras


Passamos muito tempo a brincar com bolinhas de sabão, e somos uma mulher de 40 anos e duas gatas... :)
E o meu velho espanta-espíritos, que, por causa da minha falta de jeito para a bricolage, nunca conseguiu um poiso onde lhe desse o vento, começou a ouvir-se amiúde, desde que as meninas gatas o descobriram.
Que pena que eu tenho que a minha máquina fotográfica se tenha irremediavelmente estragado!

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Para uma amiga

O amor pelos nossos amigos não faz milagres, e é uma pena. Mas eu vou joelhar-me aos pés do meu Senhor e pedir-Lhe um milagre para ti.

Quisera poder fazer mais...

terça-feira, janeiro 23, 2007

Estou...

...vagamente triste, e muito cansada. Queria escrever uma história já começada, que está em rascunho no outro blogue, mas sinto-me absolutamente desinspirada.
Prometi-me no início do ano e tenho presente que desta vez é para mudar, e vou mudar. Não querendo dar-me à auto-comiseração, sopro a tristeza como quem sopra bolas de sabão. Mas o cansaço, esse, cola-se. À pele, aos olhos, ao corpo inteiro. Vou repousar um pouquinho, embalar-me no berço da noite.
Hoje não quero mais nada.
E encerro todos os assuntos inquietantes. Todos.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Discutimos, discutimos, discutimos...

questões como a despenalização do aborto e outras parecidas. Vem um momento em que a discussão me enerva, me irrita, me deixa em ebulição. E eu continuo sem opinião. É hora de bater em retirada.

(Sou uma gaja confusa. Vivem dentro de mim formigueiros de pensamentos que me impedem de pensar.)

Hoje fazes anos

E não fazes. Já não. É estranho pensar-te sempre com 24 anos...
Saudades.

Não é que te recorde mais por ser hoje, mas hoje agudiza-se a sensação do que eu perdi...

domingo, janeiro 21, 2007

Fui uma adolescente serôdia

e muito possessiva e ciumenta com aqueles que amava. Com os amigos, principalmente com os amigos. Ou melhor ainda, com uma "melhor amiga", que o era na altura. A típica melhor amiga adolescente cuja companhia me era imprescindível como o ar que respirava. Enfim, eu era uma melga!
Chateia-se os outros, mas também se sofre imenso quando se é assim...
A noite passada, em sonhos, voltei à adolescência. É pá, foi tão bom acordar!!

O PDI ou talvez outras coisas

Há dias as minhas colegas de trabalho convidaram-me a sair. Seria giro, e tal, ia divertir-me, estava sempre em casa...
Só que eu achei que não ia divertir-me. Não fui, claro, que eu sou teimosinha e só faço o que quero... quando posso, e era o caso.
"Eu já não tenho a vossa idade", disse-lhes. E não tenho.
"Mas será da idade?", detive-me depois a pensar.
Sempre, desde que me lembro de mim, sempre tive dificuldade em divertir-me por imposição. Detesto o carnaval, abomino as comédias com gargalhadas por detrás, e quando estou no meu sossego e me dizem "vá, anda, sai, diverte-te!", apetece-me sempre responder "diverte-te tu, que em mim ninguém manda!".
E contudo, não sou nada anti-social. Gosto de conversar, gosto (MUITO) de rir, gosto de me rodear de amigos. Mas os meus amigos trá-los a vida por outras bandas.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Injustiça




Estive em Armação de Pêra, agora mesmo, via google earth. E vi que lá era verão e havia sol. Muitos chapéus de praia, muitos carros nas ruas, muita cor, muita descontracção. Aqui em Aveiro são quase 4 da manhã, é de noite, o tempo está frio e estamos em Janeiro. Num país tão pequeno, são de uma enorme injustiça estas assimetrias.


E com esta me vou.
Dormir na minha cama, já que não posso ir para a praia.

Sobre o aborto e a despenalização

Já soube o que ia votar. Já não sei. Quer eu vote sim quer eu vote não, a consciência vai doer-me. E se votar sim e não, o voto é nulo.

Ocorre-me perguntar: caraças, toda a gente tem tantas certezas! Não há por aí ninguém confuso, para eu não me sentir tão só?

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Apetites

Estou, ando, desde há dias, com uma vontade imensa de comer morangos.
Vejo morangos, sonho morangos, penso morangos.
Não sei o que é isto, mas tenho que passar pelo supermercado antes de ir trabalhar.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

O Sr Dentista é um espanto!

Eu fiquei meia hora a olhar para ele de boca aberta! Que remédio tive!... Eram alicates, mangueiras, seringas, aspiradores, utensílios vários, tudo dentro do espaço exíguo da minha boca. No fim, depois duma dose de anestesia que ainda me deixa a face dormente, concluiu-se que o dente não estava afim de sair, nem de deixar de doer. Concluiu-se (ainda pior!) que o do lado também está cariado e também me dói. Mas há salvação para o do lado. Se no início do processo eu estava disposta a encarar aquilo com bonomia e humor - acho engraçado todo aquele conjunto de instrumentos "agrícolas" que os dentistas usam - no final já chorava de frustração, dor e desespero. Sim, sou muito piegas. Agora é uma semana a antibiótico e analgésicos, e voltar lá depois para convencer o que resta do dente a despegar-se de mim.
:(

Um ano de mimos! Um ano de maresia!


Exactamente há um ano nascia este blogue, com um poema de Miguel Torga. Este poema sempre me fez todo o sentido. E do blogue, cada vez gosto mais.

domingo, janeiro 14, 2007

Saudades


Às vezes saudades de tempos muito antigos, acho que apenas por uma ingénua nostalgia, porque tendemos a achar que o que passou era melhor.
Mas outras vezes são saudades de quem está perto.
Nem sempre os outros têm a mesma disponibilidade para nós. O que compreendemos, até. Mas dói um bocadinho.
O "nós" é magestático, claro!
E com um nós magestático, já me sinto melhor.
:p

sábado, janeiro 13, 2007

Ajuda de Berço



Ora vão ali e voltem já.

Ajudar alguém de alguma maneira, é sempre melhor do que não ajudar ninguém de maneira nenhuma.

Digo eu. E nem La Palice diria melhor.

Há momentos


em que só me apetece enroscar-me assim. Quentinha. O mundo lá fora.
Antigamente eu dizia que queria dormir, dormir, dormir. Pôr o despertador a tocar para "daqui a duzentos anos". Acordava, ia à janela espreitar e via que já não havia mundo. No frigorífico haveria uma garrafa de champagne para eu comemorar o fim do mundo, assim como quem comemora o fim do ano.
Parvoíces, claro!
Quem me dera hoje que o mundo resistisse a pé firme, apesar do muito que o mutilamos. Que houvesse terra, luz e verde, paisagem e oxigénio para os nossos filhos. "Nossos filhos" é forma de dizer, claro!
Já fui tão tonta! Às vezes ainda sou, mas já fui mais.
E este ano, 2007, decidi deixar de dizer mal de mim, e renascer. Olhar com olhos límpidos as coisas, as pessoas, e a mim entre as pessoas.
Ousar ver o que não está claro, ser lúcida mas serena. Perdoar. E pelo perdão tornar mais claras, lúcidas, limpas todas as coisas.
Este é o ano das limpezas. Do Omo. Omo lava mais branco. Ómenos isso.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Quem conta um conto...

...acrescenta um ponto.
Eu sou ao contrário, sempre se disse lá por casa: eu acrescento um conto inteiro a um ponto de história que tenha ouvido. E prendo-me muito aos pormenores dos livros que leio, dos filmes que vejo. Depois reconto as histórias e às vezes parecem-se pouco com a original. Como sou muito pouco dada ao rigor histórico e geográfico, acontecem-me coisas como estar a contar uma anedota sobre o comunismo, e introduzir a anedota assim: "Quando o comunismo foi implantado em Portugal..."
- Como?! - pergunta-me, entre gargalhadas, a minha colega...

A alegria de me reconciliar comigo

Ontem cometi um erro. Algo que me deixou desconfortável comigo, porque não era justo para outros, e a minha consciência sabia. Felizmente, pude repará-lo. E fiquei contente.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Sentido prático

Hoje desmontava-se a árvore de Natal em casa do mano velho. Pergunto à minha acanhada (cunhada):
- Mas qual é o mal de deixares a árvore de Natal já montada para o próximo ano?
Então soube de alguém que o fazia: tapava a árvore com um lençol depois do dia de reis, e no ano a seguir era só retirar o lençol...
Ah, ah, ah!

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Carta a mim própria, porque preciso, porque me apetece.


Minha querida,
já chega.
Promete-me hoje que não vais mais violentar-te, nem com palavras nem com pensamentos. A caridade, a compaixão, o amor, começam por nós, alguém o disse.
Vá lá, compra um espelho em que possas ver-te de corpo inteiro.
Olha para ti. Para dentro e para fora. Olha por ti.
Às vezes é demasiado fácil mergulhar no mais difícil.
Esse desamor mil vezes repetido, essa tristeza, essa voz cruel que dentro de ti sussurra que vais ser sempre desinteressante e feia, e triste, e que não vale a pena.
Quem disse que o és?
Às vezes é difícil lutar.
Mas, minha querida, acho que a coisa funciona mais ou menos assim: a crença perpetua aquilo em que acreditamos.
Repete que és linda, amada, maravilhosa.
Repete.
Tantas vezes quantas repetiste o contrário.
Até aprender. Até SER ainda mais.
Nunca desistas de ti... Não estará cá mais ninguém capaz de lutar como tu lutas.
...
Bora lá trabalhar?!

O limiar da pobreza e alguma falta de bom senso

é, como alguém me dizia há dias, ir pedir esmola para debaixo da ponte.

...Não rende.

domingo, janeiro 07, 2007

Mééééééé!!!


Mééérci de me lire, de m'écouter, de me comprendre!
Je vous aime beaucoup!
Esta ovelhinha vem em meu nome desejar-vos uma boa noite. Porque são 3 e meia da manhã e vou dormir.
Adoro ter este blogue, adoro ter-vos aqui!
Obrigada.

sábado, janeiro 06, 2007

Apicultores sobredotados, abelhas dóceis



(A Imagem, encontrei aqui.)

A caminho de casa, depois do trabalho, conversávamos, eu e uma colega de trabalho:

- Então tu, uma menina prendada, não sabes bordar a ponto cruz?

- Não gosto. Saber, sei. Até andei dois anos na mestra.

- Na mestra?

- Mestra, uma senhora que ensina a costurar, a bordar...

- Ah! Mestras só conhecia as abelhas...

- A abelha mestra é a "chefe" da colmeia, não é?

Eu, entusiasmada:

- Sim, mas são elas que se organizam, não é o apicultor!

(Leia-se: Não é o apicultor que nomeia mestra a abelha, e lhe atribui funções de chefia)

(Risos, risos, risos!! Ó Santa Distracção!...)

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Dúvidas metódicas

Comecei o ano cheia de boas intenções. O Inferno está cheio de boas intenções.

E eu tenho dúvidas até sobre qual a dúvida que se impõe:

a) O inferno sou eu? (E não os outros, como julgava Sartre)
b) Tracei o caminho para o Inferno?
c) Não cabem mais boas intenções no Inferno, e estou, portanto, livre?

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Sobre mim e possivelmente sobre outros

Estas questões desde sempre me importunam os neurónios: que a riqueza interior não me sirva para pagar a conta da E.D.P., e que a beleza interior não se veja, apenas se escute. Com vagar, que é coisa que vai rareando.

terça-feira, janeiro 02, 2007

Ora aqui está

um link muito útil: esta senhora diz o que a gente quiser ouvir! (às vezes com uma entoação estranha, mas enfim!)

Não é muito fácil de encontrar por aí quem diga o que queremos ouvir, convenhamos. E às vezes, seja o melhor ou não, sabe bem...

segunda-feira, janeiro 01, 2007

E pronto,

voltei às músicas. Obrigada, Fernando, pelo incentivo e pela inspiração. Esta história é meio maluca mas é como estou... :))) O que não é nada mau.

Declaro inaugurado...

Imagem daqui

...o Ano Internacional do Sono.
Na primeira noite do ano da graça de 2007, eu dormi das 3 às 16 horas. Com uma pequena interrupção só para ver as horas e ir à casa de banho. Dormi portanto treze horas que me souberam pela vida.
Amanhã começo o ano de trabalho DESCANSADA!!

Estala a bomba,

o foguete vai no ar!!!

E este é o primeiro post de 2007.
(parabéns para ele!)