sábado, fevereiro 26, 2011

Eu preciso muito de me pacificar.
Há pessoas que parecem ter nascido para desestabilizar. Pessoas que entram em determinado sítio e gelam o ambiente. Pessoas que cortam a vontade de comunicação, a alegria, o sorriso. Pessoas talentosas cujo talento é destruir. Nem sempre é possível evitar o convívio com esse tipo de pessoas. Eu preciso de apurar a minha paz para conseguir passear tranquila sobre as águas tumultuosas.

terça-feira, fevereiro 22, 2011

Tomás

Um dos amores da minha vida. 6 anos hoje. Parabéns, meu menino doce!

(Conversa ao telefone:
- Sabes, tia, fui ao cinema.
- Sim? E o que foste ver?
- Uma menina que tinha muito cabelo.)

domingo, fevereiro 20, 2011



A minha alma tem andado assim: sombria, com pequenos laivos de sol. Razões... porquê, são precisas?

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Há pessoas e situações que me deixam possessa, cheia de raiva, revoltada e pouco racional. Sei que é mau mas ainda não aprendi a controlá-lo.
Conheço quem não seja assim intempestivo, mas alimente uma satisfação interior com o mal que acontece aos outros. Disso, eu não sou capaz. Nem queria.

Do meu baú de "recuerdos"

Nós duas

O muro da escola.
Hoje caminhei por cima de um que era tal e qual... :)
E perguntei à menina dentro de mim
se lhe parecia lógico
fazer aos quarenta anos as mesmas tontas tropelias que fazia ao sete.
Respondeu que sim, a garota.
Que era lógico e saudável.
E do alto dos quarenta anos,
do alto do muro,
dei-lhe razão.

Nunca vou crescer e não quero!

(Conquanto a vida traga no ventre adultices
impossíveis de ignorar,
madurezas não pedidas,
podridões também...)

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Combater a letargia

Escrever é apenas mais uma das muitas coisas boas que não me tem apetecido fazer.
...
Devagarinho, começo a mudar, a retomar rotinas pequenas que me animam, como simplesmente caminhar. Primeiro é preciso empurrar-me, mas depois o próprio caminho me convida a libertar-me.
Tenho saudades de mim. Tenho saudades de entusiasmo, de motivação, de riso, de vida. Porque ando muito amorfa, muito abandonada, muito velha e muito gorda.
Blharc.