terça-feira, setembro 28, 2010

As minhas férias



decorrem ainda, maravilhosas. Estive no Alentejo rodeada de família, e no Algarve rodeada de amigos. Em qualquer dos sítios estive rodeada de silêncio e de beleza.
Fiz coisas que nunca tinha feito, como por exemplo observar pássaros e fazer festas a um cavalo. Tinha (tenho) medo de cavalos. São bichos muito grandes e tenho medo que por alguma desconhecida razão se zanguem comigo. Mas aquele era tão meigo e tão doce! (Olá cavalinho! Não cheguei a perguntar-te o teu nome...)
No Algarve, nas imediações da ria de Alvor, vi flamingos, alcaravões, pintassilgos, um mocho e outros cujo nome não recordo. E passeei muito sozinha - o que eu gosto de passear sozinha! - li e passei horas dentro daquela água azul e tranquila como só nas praias do sul.

domingo, setembro 19, 2010

Hei-de trazer fotos.


Vou ali e já volto. Vou à cata de pegadas de gaivotas, conchas e algas e árvores.


quinta-feira, setembro 16, 2010

Esta gaja!


Hoje acordei com ela às sete da manhã a praticar patinagem, salto em altura e em comprimento, pela casa toda e nas minhas costas.
Agora dormita assim, com este ar de anjinho animal!

(Ah, o gato vadio é agora alimentado pela vizinhança toda, e anda feliz da vida. À Julie também já lhe passou a neura. Já disse que estou quase de férias?)

domingo, setembro 12, 2010

Olá Portugal, olá mundo!

Uma coisa  que me deixa realmente curiosa, inutilmente curiosa, aliás, é esta: quem são vocês, os que aparecem nas estatísticas do blogger e nunca dizem um "olá".
Vá lá, espreitem naquela porta que diz comentários e apresentem-se. Sim? :)
Gosto de vos ter cá, a todos os que estiverem por bem.

segunda-feira, setembro 06, 2010

A minha gata Vagamunda



Que alguém abandonou, porque é muito mansa e meiga, não me parece uma gata de rua. Agora é-o, efectivamente. Não consigo compreender com que estômago se abandona um animal à sua sorte. Chamo-lhe Vagamunda mesmo, porque vaga pelo mundo. Querida gatinha, se eu não tivesse duas congéneres tuas um tanto ranhosas e zangadas, dava-te casa. Assim, dou-te apenas o conforto possível. Comida, água e mimo.

Adenda: parece que tenho que deixar de a alimentar, porque a gajinha não me larga a porta, e a Julie foge-me, esgadanha-se e sopra a tudo quanto mexe. Vai por aqui um pé de vento que não se pode. Acho que vou recomendar a Vagamunda a um abrigo para animais, esperando que seja bem tratada.
  ------------------------------------------------
Afinal a gata vadia é um gato vadio, e eu não tenho coragem de o deixar passar fome. Isso vale-me a inimizade da minha gata mais velha. Seja. Vou tentar afastá-lo da minha casa, e continuar a fornecer-lhe as suas refeições.

Ciúmes























Há aí na rua uma gata abandonada que todas as noites me vem pedir comida. E eu dou. Mas a gata Julie, a que se vê na foto, a minha primeira gata, e muito amada, não percebe nada de solidariedade e nem quer perceber. Sei lá porquê sente-se ameaçada, e fica de trombas comigo. Lido mal com isso, D. Julie.

quinta-feira, setembro 02, 2010

Nas teias de nós, nos nós das nossas teias.

Li agora um post de uma blogger sobre os seus defeitos, que são os defeitos de muitos de nós, e nem sei se defeitos serão. São as arestas da nossa natureza humana.
E fiquei aqui a pensar com os meus botões, eu que neste momento nem botões tenho, que defeitos todos temos mas qualidades também, e que talvez pareça humildade encararmos os nossos defeitos e presunção demasiada sabermos das nossas qualidades. Não acho justa esta coisa de insistirmos em nos vermos sob um ponto de vista negativo, porque não nos ajuda e não ajuda ninguém. Então decidi que hoje, no resto de hoje que me resta, vou apenas pensar nas minhas qualidades.
Façam o mesmo, vá lá. É mais fixe!

quarta-feira, setembro 01, 2010

Continuação?...

Intriga-me esta coisa que agora se diz em vez de "boa tarde", "felicidades", ou um outro voto qualquer. Continuação. Ou ainda, boa continuação. Mas de quê, senhores, de quê? Para mim desejar a alguém uma continuação tem tanto sentido como desejar-lhe um início, ou um fim. Continuemos, então.