quinta-feira, novembro 01, 2012
Ressalva
As histórias que às vezes conto de que como a pobreza e a tristeza dos outros me comove, e do que faço por eles, não as conto para me vangloriar da minha generosidade e bom coração. Acho que sim, sou generosa e tenho um bom íntimo (porquê não me reconhecer algumas qualidades?), mas o que eu faço é apenas o que o instinto me dita naqueles momentos. Não faço nada de extraordinário, apenas reajo a coisas que me perturbam. Reajo como posso. Se partilho estas histórias é apenas porque elas mexem comigo. Agora o que verdadeiramente me anima, por exemplo em relação àquela velhinha lá em Lisboa, de que falei num dos posts anteriores, é saber que se geram ondas de boa vontade, que há muita gente que se compadece e que gosta de partilhar o que tem. Todos juntos poderíamos mudar o mundo!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
E quando és tu a errar (muito)?
Tenho passado um longo período a descrer dos outros, a proteger-me de quem me faz mal, ou me quer mal, e ontem descobri que tenho sido muito...
-
Estou aqui. Defronte de um copo que foi de vinho do porto. Branco. Fresco. Aqui a pensar se peço outro. Vim para o café da aldeia, e aqui e...
-
...de querer que me digam, claramente dito, que faço falta, que sou importante. De ter 14 anos e fazer amanhã 41. Era do que falaria, se não...
-
entre todas, a minha música preferida. E hoje é para mim. Ergam lá um copo à minha saúde, que hoje completo 44 anos de vida, e muito feliz e...
Sem comentários:
Enviar um comentário