tenho sede da ternura de uns braços inventados...
segunda-feira, abril 30, 2007
Conhecem esta canção de Jacques Brel?
http://www.youtube.com/watch?v=WUlFi-A02Ps&feature=player_embedded#!
Esta canção entristece-me e comove-me sempre, pela intemporalidade, por aqueles que nela vejo "desenhados". E eu queria tanto acreditar que nos é possível envelhecer rodeados da infinita ternura dos amigos, da vida, de Deus! E é? Mesmo que já se confundam os rostos e as palavras à nossa volta? (...)
Esta canção entristece-me e comove-me sempre, pela intemporalidade, por aqueles que nela vejo "desenhados". E eu queria tanto acreditar que nos é possível envelhecer rodeados da infinita ternura dos amigos, da vida, de Deus! E é? Mesmo que já se confundam os rostos e as palavras à nossa volta? (...)
Mudança de turno
É nestas noites curtas, quando passo de rouxinol a cotovia, que invejo a vida das minhas gatas: dormem, comem, brincam.
Qual quê?! Viver num apartamento a vida toda, beber apenas água, comer só ração?
Tens razão, Julie. Não estou boa da cabeça...
domingo, abril 29, 2007
Das coisas que GOSTO
Sim, gosto de fado! De preferência ao vivo, de preferência acompanhado de um belo chouriço assado, um vinho tinto, bons amigos... Que saudades de me divertir!! Que pena de estar longe dos Amigos!...
Eu não costumo falar de política,
assunto em que facilmente me confundem e enredam, mas nem por isso deixo de ter as minhas convicções.
Hoje li um artigo de Luís Alves de Fraga, e pensei que seria de grande utilidade que muito mais gente o lesse. Porque há certos retrocessos que me assustam.
Aqui deixo o link: http://luisalvesdefraga.blogs.sapo.pt/35661.html
Hoje li um artigo de Luís Alves de Fraga, e pensei que seria de grande utilidade que muito mais gente o lesse. Porque há certos retrocessos que me assustam.
Aqui deixo o link: http://luisalvesdefraga.blogs.sapo.pt/35661.html
sábado, abril 28, 2007
Sonhos em turbilhão
Deitei-me um pouco e adormeci. E no espaço de menos de duas horas a minha vida ia mudando toda :) : caí na ria e fui salva por uns desconhecidos que passavam por um não-caminho cheio de enormes rochas; estava em vias de mudar de casa para uma onde chovia (mas era mais perto do meu local de trabalho); discutia afincadamente, com uma amiga, sobre a importância de saber fazer crochet, como se disso dependesse o futuro. Não consigo "rebobinar" para saber como, mas o crochet (e o comércio das linhas) estava relacionado com o elevado preço das casas degradadas onde chovia...
Mas o que lembro com nitidez é um comboio a passar numa linha férrea como nunca vi, construída sobre uns cinco metros de terra batida, e eu cá em baixo revoltada com o comboio, que "dizia" "pouca-terra, pouca-terra, pouca-terra..."
Mas o que lembro com nitidez é um comboio a passar numa linha férrea como nunca vi, construída sobre uns cinco metros de terra batida, e eu cá em baixo revoltada com o comboio, que "dizia" "pouca-terra, pouca-terra, pouca-terra..."
Felizmente falta um "quase"
É quase ilimitado o poder de quem tem muito dinheiro.
Quase.
QUASE.
QUASE.
(neste quase me comprazo)
Não falo de ter dinheiro para as necessidades, para ajudar aqueles a quem se quer bem, e até para alguns pequenos luxos. Falo de ter muito e de ambicionar sempre mais, duma forma perversa de poder sobre os que não têm voz.
Não falo de nós. Suponho que aqueles de quem falo não lêem blogues.
Quase.
QUASE.
QUASE.
(neste quase me comprazo)
Não falo de ter dinheiro para as necessidades, para ajudar aqueles a quem se quer bem, e até para alguns pequenos luxos. Falo de ter muito e de ambicionar sempre mais, duma forma perversa de poder sobre os que não têm voz.
Não falo de nós. Suponho que aqueles de quem falo não lêem blogues.
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