segunda-feira, julho 18, 2011
quinta-feira, julho 14, 2011
Há algumas pessoas que parecem ter muita dificuldade em perceber que somos nós que escolhemos o caminho da nossa felicidade, e que o caminho pode ser em tudo diferente dos modelos pré-estabelecidos. E que nem sempre se pode ser completamente feliz, mas podemos ser autênticos. Verdadeiros. Simples. E isso já se aproxima de ser feliz.
Às vezes acho que sou feliz. Outras vezes acho apenas que não sou infeliz. Em todos os casos, sou eu que escolho o caminho.
Às vezes acho que sou feliz. Outras vezes acho apenas que não sou infeliz. Em todos os casos, sou eu que escolho o caminho.
segunda-feira, julho 11, 2011
A super-avozinha
É assim que é conhecida a minha mãe, lá na aldeia, pelos garotos da escola primária. Acho imensa piada, e registo-o aqui para não me esquecer. A minha mãe tem 74 anos e pedala que se farta na sua bicicleta por aquelas ruas fora. É uma mulher cheia de energia, que entretanto tem ficado magrinha e pequenina... Uma mulher cheia duma energia que lhe vem também da necessidade de cuidar dum marido doente e rabugento q.b., o meu pai...
quinta-feira, julho 07, 2011
Sonhos de uma criança quarentona
Aqui há dias dei por mim a dar destino aos milhões de euros que não tenho - em pensamento, pode-se tudo. Portantos, maneiras que é assim: eu vou abrir um restaurante na minha cidade, onde toda a gente vai poder almoçar e jantar. Toda a gente: quem tem e quem não tem dinheiro. Cada um paga pela refeição o que pode e entende: desde rigorosamente nada até... até o que se quiser.
Então e porque é que eu não ganho o euro-milhões?
Então e porque é que eu não ganho o euro-milhões?
sexta-feira, julho 01, 2011
Em Agosto faz dezassete anos...
Tenho passado estes dias mais ou menos a leste do que se passou com Angélico Vieira, que aliás não sabia quem era. Mas hoje, porque não estava em minha casa e na casa dos outros mandam eles, vi o telejornal. As imagens do funeral dele tocaram-me muito fundo. Um caixão. Um jovem. E eu recuei dezassete anos até um outro dia, um outro caixão, um irmão com vinte e quatro anos. Foi como se tivesse sido hoje. O meu coração voltou a sangrar. Chego à blogosfera e vejo que não fui a única a quem este funeral de hoje avivou dores que suavizam mas nunca passam. Somos muitos, somos demasiados os que compreendemos por dentro estas perdas.
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