
Às vezes fico assim. Assim assim. Quietinha, parada, a perder simplesmente o meu tempo. Olhando para ontem pelo espelho retrovisor. Canso-me a dizer a mim própria:
"Perdes o teu tempo, menina! Vê se te mexes!"
Mas é isso mesmo: CANSO-ME!!
No momento em que escrevo este post são quase duas horas da manhã. Estou aqui apenas eu. Eu e a Rnhó-nó, claro!
Penso tanto tanto tanto que mais nenhuma espécie de vida me convinha! E não. Esta foi definitivamente uma solidão escolhida, assumida, uma solidão LIVRE.
Mas sinto a falta de um abraço que há muito não recebo. Como de pão para a boca sinto a falta desse abraço.
5 comentários:
Para quando inventar abraços que se possam mandar pelo correio? Quando acontecer, avise-me, que eu mando-lhe um cento deles. Tá?
Obrigada, Fernando! Fez-me sorrir e foi bom. Obrigada!
Às vezes, quando me queixo de que ninguém me abraça, vêm-me à memória muitas ocasiões em que não me deixei abraçar. É muito triste...
Ó Tikka, serão os desencontros de que falava o Cid? Eu sou muito selectiva nos abraços que me fazem falta.... Os que recuso não me fazem falta, certo? lol
O que é triste é precisamente teres consciência de que recusaste abraços que te faziam falta. Mas, pelos vistos, deve ser um problema só meu...
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