segunda-feira, março 20, 2006

Amor impotente

Quando eu era pequenina julgava que se alguém me amasse muito eu escaparia à doença e à morte.
Na verdade fui pequenina até muito tarde.

Agora é mais ou menos a mesma coisa mas ao contrário. :-) Agora tenho muita pena que o meu amor pelos outros não chegue para os fazer felizes e saudáveis.

Quando crescer, eu aviso.

4 comentários:

Anónimo disse...

Não cresças, amiga. O teu texto é curto mas está extraordináriamente bem conseguido. Brindemos, então, à amizade.

Margarida Atheling disse...

Não cresças!!!

Beijinhos!

Anónimo disse...

O amor de uns nunca é determinante para a felicidade de outros. É que é a estes que compete fazer o maior esforço. Porque é só deles que depende, no essencial, a sua própria felicidade.

Vilma disse...

:))

E quando és tu a errar (muito)?

Tenho passado um longo período a descrer dos outros, a proteger-me de quem me faz mal, ou me quer mal, e ontem descobri que tenho sido muito...